Ôpa, mais um post de jabá explícito da Tape.
Domingo agora, dia das mães, tocaremos num festival com mais três bandas e músicos convidados.


As bandas começam a se apresentar às 18:00, e à partir das 16:00 se apresentarão músicos convidados.

A boa notícia? Entrada franca!

Endereço: Av. 2ª Radial, nº 794, Setor Pedro Ludovico (Ao lado do Horto Medicinal) – Goiânia – GO.

Conto com a presença de vocês! Quem puder dar retweet na mensagem e espalhar ao máximo a poluição sonora tem minha gratidão.
Abraço!


Nunca gostei de dentistas, sério. Tá, exceto quando era criança, quando ganhava brinquedos em cada sessão de tortura.

Fora o fato de que a anestesia é uma das bestas do apocalipse, dentistas tendem à parecer legais. Mas não são, mesmo.

- Abra a boca.
- Hmm?
- Abra a boca.
- Âo õnfigu..
- Oi?
- ¬¬’
- Assim está melhor.
- …
- Pronto, vamos fazer o próximo?
- Âo!
- Oi?
- Grrr…
- Ok, vamos marcar pra sexta, ok?
- Eu ênho essôlha?
- Hehe. (Nisso um olhar nazista.)

Sexta feira tem mais sessão tortura, depois comento. Até meus dedos estão dormentes.

Salve salve simpatia!
Espantando a tristeza do post anterior, utilizarei meu blog para promover algo meu haha.


Minha banda (Tape) se apresenta na Esconderijo Cervejaria neste próximo domingo, dia 02 pós feriado – juntamente com as bandas Malzdreams (Goianira) e Flores Indecentes.

Após o lançamento do EP “Verbalize” é o nosso primeiro show em Goiânia, gostaria de que os blogueiros amigos divulgassem também, dê plays no myspace, se não gostar, dê plays mesmo assim. =)

A Esconderijo Cervejaria fica na Av. T-5, Galeria Via T-5, Setor Bueno, em Goiânia, em baixo da Subway.

Os preços:

Calcinhas: R$5,00
Cuecas: R$7,00

Conto com a presença de vocês! =)

Olá… Quando pensei em escrever um artigo sobre a dor da perda, embasei-me num artigo escrito pela Mônica Carvalho sobre a morte de Malcolm McLaren. Eis que hoje cedo recebo a notícia de que a avó de uma grande amiga havia falecido devido à insuficiências respiratória e cardíacas, e sei que foi uma grande perca para a amiga em questão.

O sentimento de perda é algo indescritível, um nó na garganta, um vazio enorme e também a sensação de indignação por não ter mais conosco alguém que admirávamos.

Não me lembro de percas recentes para mim (refiro-me à parentes diretos), mas lembro-me de quando soube da notícia da morte de Layne Staley, vocalista da banda Alice in Chains, me causou pânico pensar na banda sem Layne, jamais seria a mesma coisa. E realmente não foi, mesmo após ‘substituir’ os vocais pelos de William DuVall a banda jamais será a mesma, e eles sabem disso.

Recomendo a leitura do artigo da Mônica sobre Malcolm McLaren, um mentor de gerações, um ícone do movimento punk.

Voltemos à assuntos mais próximos.

Pior que receber a notícia do falecimento de alguém, é não poder estar próximo para prestar o amparo necessário. Não sou lá muito eloquente e muito menos afetivo quando se trata de pessoas, gosto realmente de muito poucas. Porém essa notícia me deixou abalado. É uma vela que foi apagada de um bolo em plena cantar de parabéns, porém a festa continua mesmo após o apagar das velas.

Gostaria de deixar aqui prestada uma homenagem à minha amiga Maíra Rezende, que é uma amiga leal e sinceramente, não merece sofrer por qualquer que seja o motivo.

Um abraço.

Bom, cumprimento-lhe caro leitor, de acordo com a hora do dia.
É engraçado escrever quando não se sabe sobre o que exatamente escrever, ou se escreverá.
Surgem dezenas de idéias e vão-se dúzias, e o glossário fica desproporcional. Poderia falar de música, cinema (NÃO assista “Vírus”, é horrível), celebridades (Por falar nisso, o Lucas Celebridade esteve em São Paulo para o Erotika Fair, causando alvoroço).

Poderia falar sobre livros (há uns 2 meses comecei a ler um livro – que não terminei até hoje – não pelo fato de conter muitas páginas, mas pelo fato de eu não dispor de tempo suficiente para o ato), sobre quadrinhos (Esses devem fazer anos que não leio). Falar sobre blogs (Se eu tivesse um metablog seria assunto comum… e não estou disposto à falar de inovações do WordPress que está por vir, não ainda).

Enfim, discorro então sobre a vontade de não fazer nada, apenas observar toda a blogosfera e a movimentação das coisas, é uma espécie de meditação. Faz bem.
Mas, tentarei criar um foco e escrever sobre um assunto de verdade. Não hoje, hoje só quero observar.

Deixemos isto para uma próxima postagem.
Um abraço!

Começo esse post transcrevendo um comentário que fiz nessa comunidade aqui.

“Estilo é estilo. Realmente ele revolucionou no que fazia, letras simples, intimistas, com som agressivo e retardado, que chegava a parecer adolescente (e de fato era).
Eu gosto, mas não é meu som preferido. =) “

No dia 05 de abril de 1994 morria o vocalista do Nirvana, odiado e amado por várias pessoas – é impossível conhecer alguém nascido nos anos 90 ou antes que não conheça o som das guitarras distorcidas tocadas pelas mãos brancas de Kurt.

“Líder” de uma geração que (não) pensava, mas que agia, cabeça do “faça-você-mesmo-Seattleano (Isso existe?), Kurt revolucionou o movimento Grunge e influenciou toda uma geração – seja no som que ouviam, ou nas roupas que usavam (Rasgadas, surradas, sujas e… porque não… baratas).

Hoje (dia 05 de abril de 2010) fazem 16 anos que o citado sujeito acima não se encontra mais por essas bandas… Seja você quem for, odeie ou o ame, não podemos negar que o ‘cabron’ fez muito pela sua arte.

Eu sou fã declarado de Pearl Jam e Alice in Chains, duas bandas que – para mim, são muito mais fodas do que o Nirvana. Mas não desmereço o trabalho do cara, já ouvi MUITO.

Para finalizar deixo um vídeo de uma das últimas apresentações da banda, um “Unplugged MTV” ou “Acústico MTV”.

Não, os comentários não servem para você conspirar sobre o homicídio ou suicídio do mesmo.